Sub-19: Convocatória
Blog dedicado às camadas jovens do Sporting Clube de Portugal.
A equipa durante o aquecimento.
O grupo de trabalho da época 2006/07.
Resumo da 1ª parte:
Logo no segundo minuto da partida, Diogo Viana abriu as hostilidades, rematando ao lado da baliza. Na jogada seguinte, o Boavista subiu até à área leonina conquistando um canto que não teria consequências de maior. Aos 8 minutos, Diogo Rosado bateu um livre da direita e Wilson Eduardo não chegou à bola por muito pouco. O Boavista reagiu bem a este ímpeto inicial do Sporting e começou a subir mais no terreno e a ocupar os espaços no nosso meio campo. A baliza de Pedro Miranda foi visada por duas vezes, aos 12 e 13 minutos, com remates de meia distância que obrigaram Pedro Miranda a aplicar-se bem, desviando ambos os remates para canto. A primeira destas duas defesas foi de elevado grau de dificuldade. O jogo estava equilibrado mas, a partir dos 20 minutos, registou-se algum ascendente do Boavista. A equipa forasteira conseguia facilmente chegar junto da área leonina devido à permissividade do nosso meio campo que não conseguia recuperar a bola.
Aos 25 minutos, Diogo Amado (a jogar numa posição mais adiantada do que o habitual no terreno) rematou de longe mas ao lado da baliza. No minuto imediato, Wilson Eduardo desmarcou Luís Andrade na esquerda, este rematou e ganhou um canto. O Sporting tentava atacar mas nem sempre o conseguia fazer do melhor modo. Aos 32 minutos, numa boa jogada de entendimento com a bola a rodar por vários jogadores, Cédric Soares cruzou da direita. Diogo Viana não conseguiu dominar a bola e a defesa axadrezada afastou para canto. Mais ou menos por esta altura, Luís Dias corrigiu o posicionamento da equipa, alterando o que não devia logo à partida ter sido modificado. Diogo Amado passou para o seu lugar de trinco e André Martins subiu para médio interior. O futebol leonino melhorou significativamente, embora as consequências estivessem guardadas para o 2º tempo. Até ao intervalo destaque para um belíssimo remate em arco de Diogo Rosado, descaído sobre a direita, que saiu um pouco ao lado e para um remate de Cédric Soares que teve o mesmo destino.
Resumo da 2ª parte:
Aos 45 minutos o Boavista atacou com perigo, mas um remate já desferido dentro da área foi afastado para canto por André Martins. No minuto seguinte, saiu Luís Andrade e entrou André Gonçalo que foi jogar na ala direita do ataque. Logo de imediato o Sporting inaugurou o marcador. Diogo Viana recolheu uma bola lançada da direita e, entrando pelo lado esquerdo da grande área, fez o 1-0 com um remate bem colocado. Era o alívio nas bancadas, sabendo-se já por esta altura que o Vitória de Guimarães estava a vencer o Benfica.
O segundo golo chegou aos 52 minutos. Diogo Rosado bateu exemplarmente um livre da direita e Pedro Mendes cabeceou certeiro e fez o 2-0. Aos 61 minutos saiu Wilson Eduardo e entrou Vasco Oliveira que foi jogar para o meio campo, passando André Gonçalo para ponta de lança e Diogo Rosado para extremo. Logo no minuto imediato Diogo Viana teve uma excelente iniciativa pelo flanco direito, cruzou para a área e André Gonçalo rematou para o 3-0 do Sporting. Aos 65 minutos saiu Diogo Amado, em nítida inferioridade física, entrando André Sousa. Este foi jogar a trinco, ficando Vasco Oliveira e André Martins (agora o capitão de equipa) como médios interiores. A nove minutos do final, o Sporting fechou as contas do marcador. Diogo Viana teve mais um bom trabalho, desmarcou André Gonçalo na direita, este cruzou para a área e André Martins apareceu e fez o 4-0. Até ao final da partida destaque apenas para um bom remate de meia distância de André Sousa que foi à figura.
Vitória justa do Sporting por 4-0.
No próximo domingo, dia 24 de Junho, o Sporting desloca-se a Guimarães para disputar a última jornada da fase final. Vitória ou empate garantem-nos o tetracampeonato.
A equipa do Sporting à saída do aquecimento.
Da esquerda para a direita: Daniel Carriço, Rui Patrício, Marco Lança, Tiago Pinto, Rui Figueiredo, Sebastião Nogueira, André Santos, Alison, Ricardo Nogueira, André Pires e João Martins.
Resumo da 1ª parte:
O FC Porto entrou melhor na partida e dispôs de um remate logo no minuto inicial, que Rui Patrício defendeu com segurança. Os portistas movimentavam-se mais à vontade sobre o relvado, trocando bem a bola, enquanto que a equipa leonina teve algumas dificuldades para acertar com as marcações. O Porto ganhou a maior parte dos despiques a meio campo durante o 1º quarto de hora.
Só aos 11 minutos o Sporting conseguiu rematar à baliza através de Alison, à entrada da área, mas Leonardo defendeu o remate. O Porto respondeu com um remate que saiu por cima, não causando qualquer perigo. Aos 19 minutos, fruto de uma boa triangulação entre Sebastião Nogueira, Alison e Ricardo Nogueira, o Sporting conseguiu penetrar no último terço do terreno. Contudo, André Santos já não conseguiu desferir um remate à entrada da área porque a defesa azul e branca foi muito rápida a reagir.
Aos 22 minutos, João Martins bateu um livre da esquerda, houve um primeiro cabeceamento de Ricardo Nogueira e a bola foi para Marco Lança que cabeceou ao poste. Dois minutos depois Bura, central do Porto, bateu um livre directo com muita força mas Rui Patrício afastou com os punhos. Por esta altura começou a chover, situação que se manteve até ao final da partida. Também de livre directo, ao minuto 26, João Martins rematou muito forte com Leonardo a defender para a barra da baliza. Aos 28 minutos foi a vez de Tiago Pinto rematar à figura do guardião portista.
À passagem da meia hora, o cariz do desafio tinha mudado. Depois de um maior domínio territorial por parte do FC Porto, o Sporting começou a pressionar mais e a controlar o ritmo do jogo. Até ao intervalo destaque para o capitão Daniel Carriço. Primeiro a rematar de cabeça, após livre de João Martins do lado esquerdo, e depois a rematar duas vezes consecutivas numa fase de “tiro ao boneco” dentro da área portista. A bola, teimosamente, recusava-se a entrar.
Resumo da 2ª parte:
O FC Porto entrou bem no segundo tempo e provocou perigo pelo flanco direito através de Monteiro, aos 49 minutos. Daniel Carriço apareceu a desarmar impecavelmente para canto. No seu seguimento um jogador do Porto cabeceou mas Rui Patrício, mais uma vez, disse presente. O jogo tornou-se mais físico, à medida que o relvado ia ficando mais encharcado. O Sporting insistia em busca da vitória, começando a dominar o jogo por inteiro. E o golo acabou por chegar aos 58 minutos, através de uma brilhante jogada individual de Tiago Pinto. O jovem defesa esquerdo arrancou pelo seu flanco, ultrapassou três adversários e, já dentro da área, não teve dificuldades em bater Leonardo, fazendo o 1-0.
Aos 66 minutos, Tiago Pinto teve mais uma boa iniciativa pelo lado esquerdo mas desta vez sem consequências. A partida disputava-se a um ritmo cada vez mais rápido com Sebastião Nogueira a revelar-se incansável e um autêntico quebra-cabeças para a defensiva azul e branca. Aos 71 minutos, saiu Alison e entrou Marco Matias. Logo de seguida, num canto a favor do Sporting, o guarda-redes Leonardo largou a bola. Sebastião Nogueira rematou mas a bola embateu no corpo de um defesa. Ao minuto 77 saiu Ricardo Nogueira e entrou André Cacito, que veio dar outro poder de choque no confronto com os centrais adversários. Nove minutos depois saiu André Santos, esgotado e autor de boa exibição, entrando Vivaldo Arrais para o seu lugar. Por volta do minuto 90, Sebastião Nogueira assistiu André Pires mas o remate do jovem transmontano saiu por cima da baliza. Nada de relevante sucedeu nos três minutos de desconto.
Vitória justa do Sporting por 1-0, sobre o novo campeão nacional.
Chegou assim ao fim o campeonato nacional de juniores 2006/07. O Sporting ficou em 2º lugar na fase final a um ponto do FC Porto.
A nossa equipa durante o aquecimento.
Da esquerda para a direita: Daniel Carriço, Rui Patrício, João Gonçalves, Tiago Pinto, Marco Lança, Yannick Pupo, Marco Matias, Ricardo Nogueira, Adrien Silva, Alison e João Martins.
Resumo da 1ª parte:
O jogo começou de forma muito rápida e intensa com ambas as equipas a disputarem arduamente a posse de bola. O Boavista entrou com intenções de pegar rapidamente no jogo, com o seu n.º 10 Ivan Santos a ser desde logo a figura, mostrando boa qualidade técnica. Foi mesmo a equipa do Bessa a primeira a criar perigo na partida, com dois remates que saíram ao lado da baliza de Rui Patrício. O SCP só à passagem dos 10 minutos se acercou da baliza boavisteira. João Martins bateu um canto da direita e Daniel Carriço – que seria a figura do encontro – cabeceou para defesa do guardião axadrezado.
Logo no minuto seguinte, Yannick Pupo desmarcou Ricardo Nogueira mas este, completamente solto à entrada da área, rematou por cima. Esta foi a primeira grande oportunidade de golo do encontro. O jogo continuava a ser disputado a um ritmo muito veloz e, na jogada imediata, foi o Boavista que criou perigo através de um livre da direita. A bola foi bombeada para a área, estabeleceu-se alguma confusão com muitos ressaltos, e aí apareceu Marco Lança a afastá-la para bem longe. A partir daqui o Sporting pegou no jogo e todos esperávamos o golo inaugural, enquanto o FCP-SLB se mantinha empatado a zero.
O Boavista jogou de forma muito dura e ficaram alguns cartões amarelos por mostrar aos seus jogadores, que abusaram de entradas com algum grau de violência. O árbitro mostrou grande dualidade de critérios neste capítulo, não perdoando a amostragem do cartão ao central Marco Lança quando este cometeu uma falta à entrada da área, sem metade da gravidade das faltas anteriores. Também num par de situações em que os boavisteiros jogaram a bola com a mão, os cartões não saíram do bolso.
Voltando ao futebol propriamente dito, o Sporting buscava o golo e Daniel Carriço quase o conseguia, cabeceando ao lado uma bola batida de um livre do lado esquerdo, à passagem do minuto 24. O Boavista voltou a rematar mas por cima, aos 27 minutos, e Tiago Pinto fez o mesmo cinco minutos depois, após passe de Yannick Pupo.
Aos 39 minutos dá-se um tremendo revés. João Martins executa um mau passe com a bola a ir parar aos pés de um boavisteiro. Este lançou rapidamente um ataque, Marco Lança cortou a primeira investida axadrezada, os avançados contrários ganharam o ressalto, Lança voltou a cortar mas o ressalto da bola levou-a até à nossa área. Rui Patrício consegue afastar a bola saindo aos pés de um adversário, o Boavista fica de novo com a bola, é feito um cruzamento e João Gonçalves pára a bola com o braço. O árbitro assinalou a respectiva grande penalidade e expulsou o nosso jogador com cartão vermelho directo. O penalty foi convertido e o Sporting viu-se na posição ingrata de estar a perder por 1-0 e a jogar com apenas 10 jogadores. A nossa defesa passou a contar apenas com três elementos com Daniel Carriço encarregue de fechar o lado direito.
O Sporting tentou reagir de pronto com Alison a rematar sem nexo, por cima da baliza. No último lance do 1º tempo, João Martins bateu um livre da esquerda e Tiago Pinto cabeceou ao lado.
Resumo da 2ª parte:
Lima mexeu na equipa ao intervalo, tirando João Martins e fazendo entrar André Pires. Adrien Silva foi jogar a trinco, ajudando Daniel Carriço a vigiar o flanco direito, enquanto o recém-entrado foi jogar no miolo do campo, descaído sobre a esquerda. O Boavista passou apenas a defender, tentando lançar contra-ataques rápidos na base do pontapé para a frente, sempre que podia.
Aos 53 minutos, Yannick Pupo rematou por cima. No mesmo minuto, registou-se a saída de Marco Matias e a entrada de Sebastião Nogueira que foi ocupar a mesma posição. Ao minuto 55, Pupo bateu um canto da esquerda e André Pires cabeceou por cima. A última substituição ocorreu aos 59 minutos, saiu Yannick Pupo e entrou Vivaldo Arrais. A partida do Olival continuava empatada a zero e os nervos aumentavam na Academia com a situação em que o Sporting se encontrava. O Sporting pressionava de todas as maneiras e feitios e foi numa ocasião em que a bola cruzava a área do Boavista que um dos nossos avançados foi carregado em falta. Chamado a converter a grande penalidade, André Pires mostrou grande calma e fez o 1-1. Estavam decorridos 65 minutos.
http://www.youtube.com/watch?v=Pzfx2Y7JH_g
A esperança de dar a volta ao resultado e conseguir reencontrar a rota do título voltava a ser uma realidade. Do Olival não vinham novidades e o Sporting tinha ainda muito tempo para chegar ao segundo golo. A pressão continuou e o SCP arriscou várias vezes o remate através de Alison, Vivaldo Arrais, Daniel Carriço, André Pires e Adrien Silva. Este último desferiu um remate portentoso que saiu muito perto da trave, dando a sensação de golo. O Boavista levou depois o jogo para a zona do meio campo onde se assistiu a uma fase de muita luta com os nossos dez jogadores a chegarem para as encomendas. Adrien Silva parecia estar em todo o lado enquanto Daniel Carriço e Marco Lança anulavam as tentativas do Boavista de levar a bola para perto da nossa baliza. A ocasião mais perigosa para as nossas redes surgiu aos 78 minutos com dois boavisteiros isolados mas Rui Patrício, imperturbável, resolveu como se nada fosse.
O Sporting não desistia. André Pires, aos 84 minutos, cruzou da direita e Sebastião Nogueira cabeceou à trave. Quatro minutos depois foi Tiago Pinto que quase marcou de cabeça. Entretanto, tinha chegado a má notícia: o FCP estava a vencer por 1-0 e com o título a poucos minutos de lhe ser entregue. Desconhecedores do facto, os jogadores leoninos, exaustos e em inferioridade numérica, não se vergavam com Sebastião Nogueira a desferir mais um remate para nova defesa do guarda-redes.
O árbitro deu cinco minutos de desconto. E foi já muito perto do fim que o Sporting fez o 2-1. A bola foi cruzada para a área, vinda do lado direito, Daniel Carriço apareceu junto ao segundo poste e, pleno de garra e determinação, cabeceou para o fundo das redes. Seguidamente, o nosso capitão exteriorizou toda a sua alegria com os restantes jogadores e as bancadas da Academia a acompanharem-no. Poucos instantes depois soou o apito final. Apesar de algumas vozes das bancadas terem começado a gritar que no Olival se tinha registado um empate, a verdade é que o resultado se fixou mesmo em 1-0 para o FC Porto. Foi o desalento e a desilusão. Em poucos segundos, passou-se do céu ao inferno. Os rostos dos jogadores falavam por si. E, sem surpresa, algumas lágrimas caíram…
Vitoria justa, sofrida, épica e inglória do Sporting.
No próximo dia 16 de Junho o Sporting recebe o FC Porto na Academia na última jornada do campeonato.
Trio de arbitragem – Fez um mau trabalho. Teve uma prestação regular no capítulo técnico mas medíocre a nível disciplinar, abusando de uma dualidade de critérios que prejudicou o Sporting.
Boavista – O conjunto axadrezado apresentou uma estratégia baseada na segurança defensiva e no contra-ataque rápido. O nº 10 Ivan Santos mostrou ser a unidade mais desequilibradora da equipa.
Sporting – Fez uma boa exibição e conseguiu criar várias oportunidades de golo. Em virtude de ter jogado com apenas 10 jogadores durante grande parte do desafio e por ter pecado no capítulo da finalização, a equipa sofreu muito para conseguir a vitória.
Rui Patrício – Após um primeiro tempo descansado, na segunda parte resolveu a preceito as poucas situações com que foi confrontado. Não teve culpas no golo sofrido.
João Gonçalves – Fez uma exibição pouco conseguida devido a desgaste e fadiga visíveis. Exemplo disso foram as dificuldades que teve em travar as investidas adversárias tendo, por vezes, que recorrer à falta. Foi expulso aos 39 minutos.
Daniel Carriço – O MVP!! Realizou uma das melhores exibições por nós presenciadas. Intransponível a defender, teve a iniciativa de subir várias vezes e rematar à baliza com perigo. Incansável a levar a equipa para a frente, só podia ter sido ele a marcar o golo da vitória. Atitude e espírito competitivo notáveis!
Marco Lança – Exibição muito segura e eficaz, tendo sido o pronto socorro em várias ocasiões, sobretudo quando passámos a ter menos um elemento.
Tiago Pinto – Esteve em grande destaque especialmente no capítulo ofensivo, uma vez que foram inúmeras as vezes que subiu pelo seu flanco efectuando cruzamentos e remates. Também criou perigo em situações de bola parada mostrando inconformismo.
João Martins – Exibição desacertada que vem no seguimento das anteriores. Está claramente em baixo de forma. Embora se tenha esforçado efectuou vários passes mal medidos e cortou lances fora de tempo.
Adrien Silva – Outra das grandes exibições da tarde. Após um começo algo desacertado, melhorou muito e em especial quando se colocou a trinco. Foi fundamental no segundo tempo, construindo muito jogo, visando a baliza e ajudando também a defesa quando necessário. É impressionante a intensidade com que vive o jogo, nunca desistindo e exibindo um pulmão que dura os 90 minutos ao mais alto nível.
Yannick Pupo – Começou bem o jogo mas aos poucos foi-se apagando e perdendo influência, acabando por ser substituído.
Marco Matias – Esforçado como habitualmente, a verdade é que não esteve particularmente inspirado e, como tal, não criou os desequilíbrios que o caracterizam nem esteve rematador.
Alison – Realizou um bom primeiro tempo em que fez bom uso da sua velocidade dinamizando o jogo ofensivo pela sua ala. Depois acabou por cair no individualismo e inconsequência habituais.
Ricardo Nogueira – O atacante leonino esteve bastante irrequieto no ataque. A defesa contrária teve muitas dificuldades em marcá-lo dadas as suas constantes movimentações. Teve algumas oportunidades que não conseguiu concretizar.
André Pires – Entrou ao intervalo e foi fundamental para a organização do meio campo leonino. Experimentou o remate e marcou o golo do empate.
Sebastião Nogueira – Entrou muito bem na partida dando nova dinâmica ao ataque verde e branco. Sofreu forte marcação axadrezada mas, ainda assim, conseguiu desequilibrar e rematar à baliza com perigo.
Vivaldo Arrais – Colaborou no último forcing da equipa leonina tendo também arriscado o remate. Teve várias iniciativas que não surtiram o efeito desejado.
Da esquerda para a direita: João Martins, André Pires, Ricardo Nogueira, Alison, Adrien Silva, Marco Matias, Tiago Pinto, João Gonçalves, Marco Lança, Rui Patrício e Daniel Carriço.
Resumo da 1ª parte:
Os primeiros minutos da partida foram uma boa amostra daquilo que este jogo viria a ser em largos períodos. Muito equilíbrio, muita luta a meio campo e a bola quase sempre a ser jogada muito longe das balizas. As oportunidades claras de golo foram escassas. O primeiro sinal de perigo veio do Sporting, com Tiago Pinto a cruzar da esquerda aos 11 minutos, mas Ricardo Nogueira não chegou ao lance. O ritmo do jogo estava morno e foi Adrien Silva, que se afirmou desde cedo como a unidade leonina mais em foco, que arriscou um par de remates que levaram algum perigo à baliza à guarda de Daniel Casaleiro. Isto sucedeu aos 26 e 29 minutos.
Aos 33 minutos nova ocasião para o SCP, novamente por Adrien Silva que rematou uma bola perdida, com o central Nuno Ferreira a oferecer o corpo à bola. O guarda-redes Daniel Casaleiro já estava fora do lance. A partir do minuto 35 o Sporting começou a dominar o jogo e a pressionar cada vez mais. O Benfica, através de um rápido contra-ataque, teve uma boa oportunidade aos 37 minutos. Miguel Rosa surgiu isolado mas Rui Patrício defendeu o seu remate e Marco Lança completou o alívio, mandando para canto. Ao minuto 42, Tiago Pinto subiu pelo flanco esquerdo e cruzou para a área. Ricardo Nogueira cabeceou ao primeiro poste e o central Nuno Ferreira fez autogolo, traindo o seu guarda-redes e dando a vantagem de 1-0 ao Sporting. E assim se chegou ao intervalo.
Resumo da 2ª parte:
No segundo tempo, o Benfica entrou de forma rápida e dispôs de imediato de um remate que saiu por cima da baliza. Aos 49 minutos, Sami apareceu isolado no lado direito da grande área mas rematou à malha lateral. A resposta leonina chegou por intermédio de João Martins, de livre directo, mas a bola saiu muito alta. A melhor ocasião de golo do SCP neste 2º tempo surgiu através de Alison que, aos 54 minutos, rematou de calcanhar ao poste esquerdo da baliza do Benfica, aproveitando um bom cruzamento da direita.
O Benfica começou a carregar um pouco mais em busca do empate e o Sporting recuou em demasia no terreno. Lima tardou em fazer as substituições parecendo sempre mais preocupado em segurar o 1-0 em vez de procurar o golo que resolveria o jogo a nosso favor. A 1ª alteração veio apenas aos 72 minutos, com a saída de Alison e a entrada de Vivaldo Arrais, que foi ocupar a mesma posição. A partida voltou ao ritmo lento, com o SLB a jogar mais com o coração do que com a cabeça.
Aos 85 minutos, Lima tirou João Gonçalves e João Martins e fez entrar Tiago Pedrosa e Yannick Pupo. Devido às muitas paragens para assistir jogadores do SCP, o árbitro deu seis minutos de desconto. E foi no segundo desses minutos que o SLB chegou ao empate. Houve um cruzamento para a nossa grande área, o central encarnado Miguel Vítor cabeceou, Rui Patrício defendeu o remate mas já não pôde fazer nada quanto à recarga de Yu Dabao. Estava feito o 1-1.
No tempo que faltou para disputar da partida, Rui Patrício subiu nos pontapés de canto para tentar a sua sorte. O Sporting fez um último esforço para chegar à vitória e Yannick Pupo, no último lance do jogo, rematou já dentro da área mas por cima. Soou o apito final e os jogadores leoninos não esconderam a sua decepção, deixando-se cair no relvado.
O empate acaba por se justificar porque o Benfica perseguiu-o e porque o Sporting pecou por não ter querido prioritariamente resolver o jogo.
No próximo dia 10 de Junho o Sporting recebe o Boavista na Academia.